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segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Novidades fresquinhas

Personagem Principal - Sackboy

A Sony sentiu necessidade de alargar a sua oferta no estilo de plataformas e em 2008 lançou mais um excelente exclusivo que haveria de cativar miúdos e graúdos, Little Big Planet.


Para um jogo de plataformas a escolha da personagem principal é vital e com um customizável e fofo sackboy era complicado errar. Os jogadores tinham um vasto leque de mudanças que faziam com que qualquer um jogasse com algo único e diferente de todos os outros.


Rapidamente conquistou o publico e hoje já podemos ver o "rapaz-saco" em jogos de karts e até mesmo de luta, como é o caso do PS All-Stars Battle Royale.

Amanhã: Dr. Gordon Freeman


Análise - Inspector Zé e Robot Palhaço em Crime no Hotel Lisboa (Case & Bot)


Em Portugal a indústria dos videojogos está a dar os primeiros passos rumo à produção de títulos capazes de mexer o mercado internacional. Nos últimos anos vimos alguns títulos interessantes saírem das mãos dos nossos e mais um belo exemplo é o jogo que irei analisar convosco, Inspector Zé e Robot Palhaço em Crime no Hotel Lisboa.
A empresa portuguesa, Nerd Monkeys, foi formada muito recentemente, no entanto soube compensar a jovem idade com um trabalho que une o melhor do que há no estilo "point & click"*, uma jogabilidade simplista mas ao mesmo tempo desafiante.


Mas quem a final é o Inspector Zé e, já agora, o Robot Palhaço? 
Zé é um detective fracassado que nunca conseguiu resolver um caso. Como se não bastasse gosta imenso de beber e fumar. 
O Robot Doméstico 9000 foi, supostamente, herdado após a morte de um tio desconhecido do Inspector e é capaz de imensa coisa, excepto fazer limpezas domésticas. É por vezes referenciado também como um robot palhaço pois o seu sonho é virar contador de piadas, infelizmente tem medo de crianças.
Quando o Detective tem de guardar algo importante para o caso, como provas ou até cassestes de VHS, este recorre ao Robot - falarei mais à frente sobre a utilidade das cassetes - que tem uma porta para um buraco negro onde um polvo chamado Joãozinho vive.


Todo o título é passado num ambiente de puro humor, ao estilo de uma revista (teatro) com abrir e fechar de cortinas, pessoas que por vezes aplaudem efusivamente ou um esporádico aplauso por engano de alguém que parece achar engraçada alguma piada seca. 
A única personagem que parece realmente saber que é apenas um jogo é o Robot, sendo por vezes mandado calar pelo Detective Zé quando o afirma.
O Agente Garcia (Oficial da Polícia) entra em contacto com os nossos detectives para que estes o ajudem a resolver um caso muito estranho que ocorreu no Hotel Lisboa, o suicídio de um homem com 14 facadas nas costas.
Crime no Hotel Lisboa baseia-se no antigos títulos de "point & click" do final dos anos 80, inícios de 90, mas com uma liberdade e interacção muito mais fresca, tornando a aventura  muito interessante.


Para resolver o caso temos de analisar bem todos os detalhes, recolher pistas e interrogar testemunhas com uma das duas personagens principais ou ambas, sendo que é praticamente um duelo frente-a-frente - claro que se errarem respostas, existe sempre a possibilidade de repetir de imediato.
Zé é mais agressivo e impertinente, enquanto o Robot é mais frio e calculista, o que ajuda a variar de duelo para duelo.


O estilo gráfico é inconfundível, correndo na mesma resolução utilizada pela Spectrum ZX, 256x192. Atenção que não é por ter esta resolução que deixa de ser muito bom, no entanto alguns poderão achar algo cansativo para a vista.
A banda sonora é bastante repetitiva mas faz o seu trabalho sem grandes problemas, ficando talvez a faltar um som às personagens quando falam para aprimorar as divertidas falas, já por si hilariantes.


A aventura passa-se toda ela em Lisboa mas existem várias localizações disponíveis bem como ramificações dentro das mesmas. Podemos viajar a pé ou chamar um táxi em qualquer lugar, desde as casas de banho até quartos de hotel.
Temos a Rua da Polícia, Parque, Rua do Salão de Jogos Press Play e até existem algumas extra que ajudam o jogador a aproveitar ainda mais o jogo. Um exemplo disso é um beco onde se encontra toda a equipa base de produção ou ainda as nove cassestes de VHS espalhadas por todo o mundo.
Ao todo existem três missões secundárias e cada uma mais difícil e interessante que a anterior, recomendo mesmo que passem todas de forma a descobrir extras engraçados que os produtores colocaram para nos deliciar, bem como um modo adicional onde, usando o Robot, temos de agradar o público com piadas.


Poderia continuar a falar do Inspector Zé e Robot Palhaço em Crime no Hotel Lisboa durante muito mais tempo mas acho que os pontos fulcrais já foram falados e ao contrário do que se faz em outros locais, não irei dar uma típica nota de 1 a 5 ou de 1 a 100, irei sim dizer que se procuram um bom, divertido e refrescante título dentro do estilo "point & click" com uma mistura de aventura, devem sem dúvida comprar. 
Para terminar gostaria de dar um agradecimento especial ao Diogo Vasconcelos, bem como a toda a equipa da Nerd Monkeys  por me terem cedido uma cópia do título para analisar.

* -> estilo de jogo, maioritariamente usado em pc que faz com que o jogador tenha de apontar para o ecrã e clicar de forma a obter mais informações ou pistas para progredir na história/eventos.

Os interessados podem adquirir o título por 9,99€ no site do mesmo: http://caseandbot.com/

Mais um objectivo cumprido

Continuo a serie de boas épocas no meu jogo favorito de browser, Online Soccer Manager. Desta vez foi com uma equipa bastante fraca da liga grega.
O campeonato foi muito complicado mas lá fui capaz de gerir um plantel relativamente fraco até uma classificação muito satisfatória.

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